
Klubi · fintech
2 designers · 2 tech leads · 5 devs · 6 stakeholders
2025 / 2026
O Klubi precisava de um app à altura do produto. Liderei o design da descoberta ao lançamento e acumulei o papel de PM, conduzindo as frentes com stakeholders e definindo os próximos passos entre escopo técnico e impacto no negócio. O desafio: trocar uma solução limitada por um app que resolvesse sozinho o dia a dia do membro.
1/3
das vendas da empresa
+3x
conversão na aquisição
+44%
satisfação
+46%
nota na Play Store
Como era antes
O app antigo era uma versão web adaptada para o celular. Difícil de escalar, não cobria tudo o que o produto oferecia e deixava lacunas na experiência do membro.
Em momentos de necessidade, o caminho era chamar o atendimento. Tarefas simples dependiam de alguém do outro lado.







O gatilho
A virada veio da necessidade de um canal mais próximo e ativo com o membro, com custo menor, e de uma base técnica que já não acompanhava a empresa.
Os números deixavam a prioridade clara:
2,8
nas lojas do app
Olhar para dentro
O começo foi simples. Lemos os feedbacks que os membros já davam, analisamos conversas do atendimento, ouvimos stakeholders e abrimos espaço para o time todo propor caminhos.
Daí saiu o primeiro escopo: a ação central para o membro manter o plano ativo. Entrar no app, ver os detalhes do plano e pagar a mensalidade. Uma tarefa do dia a dia, que gera valor e permite comparar direto com a solução antiga.


A lacuna que virou a maior entrega
Na validação com o time interno, apareceu um fluxo essencial fora das primeiras fases: a aquisição.
Revisamos o roadmap e redefinimos as prioridades. Levamos para o app o que a experimentação já tinha ensinado na jornada do site e desenhamos a aquisição nativa. Foi a maior entrega de valor do projeto: conversão de 2,5% para 8%. As vendas pelo app passaram a responder por 1/3 das vendas da companhia.
Lançar, medir, melhorar
Lançamos a nova versão e medimos cada fluxo com métricas de satisfação. Os aprendizados viraram um processo de melhoria contínua para todas as iniciativas. A satisfação foi de 3,2 para 4,6.
O app também na vitrine
O impacto para os membros e para o time não aparecia de fora, e a nota da loja virou um detrator do app.
Isso nos levou a olhar para a Play Store e a melhorar todas as vitrines do app, tratando-as como um novo canal de aquisição e de divulgação da marca. A nota foi de 2,8 para 4,1 e passou a refletir o que víamos dentro do app.






